A importância da segurança na indústria

No início do ano, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou dados que informam que o setor da indústria está gastando mais com segurança do que em pesquisa e desenvolvimento.

Segundo a CNI, só em 2017 os prejuízos causados devido a furtos, roubos e vandalismos junto aos gastos em segurança somaram cerca de R$ 30 bilhões no faturamento da indústria de transformação.

“As empresas estão tendo perdas com segurança pública no Brasil, com perda de mercadorias, com a necessidade de gastar mais com segurança”, fala o diretor de Estratégia da CNI, José Augusto Fernandes.

Em pesquisa realizada em 2017 com indústrias de pequeno, médio e grande porte de todo o Brasil, 53% dos entrevistados consideram que roubos, furtos e vandalismos aumentaram nas imediações de suas empresas e isso reforçou a necessidade de investir em segurança.

Essa estatística vem crescendo ao longo dos últimos anos, mas o prejuízo resultante da perda de mercadorias e da depredação do patrimônio é mais alto do que o investimento em segurança privada.

Os dados informados acima servem como um alerta para que a as indústrias tenham a preocupação devida com a segurança protegendo não apenas bens materiais, mas também colaboradores e clientes de possíveis ameaças, riscos e vulnerabilidades.

Para suprir essa demanda, a terceirização do serviço de segurança já faz parte da realidade de muitas indústrias e grandes fábricas que, ao contratar um serviço de proteção, acabam tendo inúmeros benefícios até mesmo estratégicos para o negócio.
Entre as vantagens na contratação de um serviço de segurança para indústrias podemos citar:

Redução de riscos e ameaças para a empresa
Menos prejuízos para a o negócio: ao contratar um serviço especializado;

Segurança personalizada
A opção de contratar um projeto de segurança personalizado que detecte riscos, possíveis ameaças e atenda as necessidades específicas de proteção da indústria;

Custos operacionais reduzidos
Com a terceirização, a empresa deixa de se preocupar com as demandas e custos que envolvem processos de seleção, contratação e até mesmo treinamento;

Aumento da produtividade
Sabendo que estão protegidos, os colaboradores se sentem mais seguros para exercer suas funções e até mesmo ao transitar nas imediações da empresa. Ficar exposto a ameaças é uma constante que pode até mesmo atrapalhar no rendimento dos funcionários;

Otimização de tempo para gestores e colaboradores
Permite que o foco dos profissionais permaneça em demandas específicas do negócio, do gerenciamento estratégico até a produção, deixando outras tarefas específicas como responsabilidade de empresas terceirizadas;

Conhecimento e a experiência de profissionais especializados em segurança para proteger todas as áreas da empresa 24/dia.

A STV conta com projeto de segurança exclusivo e personalizado que identifica os riscos, ameaças e vulnerabilidades em empresas e atende aos níveis de segurança e atender níveis de segurança física, eletrônica e humana. Conheça o sistema integrado de proteção para grandes empresas e entre em contato para falar com um de nossos consultores especializados: segurança para grandes empresas. 

Leia também: Cuidados com a segurança de sua empresa

Fontes:
Portal da Indústria
Agência Brasil – EBC 

Confiança da indústria aumenta no mês maio, chegando ao maior nível desde 2014.

O aumento da confiança foi observado em 8 de 19 segmentos industriais e atingiu tanto as expectativas quanto as percepções sobre a situação atual. O subíndice de expectativas (IE) avançou 1,3 pontos, para 95,7 pontos, o maior desde abril de 2014, e o subíndice da situação atual (ISA) subiu 0,7 ponto, para 87 pontos.

A melhora das expectativas com a evolução da produção foi a responsável pela alta do IE no mês. O indicador de produção prevista para os três meses seguintes subiu 5,8 pontos, para 99 pontos, o maior nível desde março de 2014 (99,4). Houve aumento da proporção de empresas prevendo produção maior, de 32,1% para 34,7% do total, e queda na das que preveem produção menor, de 22,8% para 18,4% do total.

As melhores avaliações do setor sobre a demanda determinaram a alta do ISA em maio. O indicador de nível de demanda subiu 4,7 pontos, para 87,6 pontos, o maior nível desde julho de 2014 (88,3). Houve redução da parcela de empresas que avaliam o nível de demanda como forte entre abril e maio, de 8,3% para 7,7% do total.

 

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